Vou falar aqui no blog sobre meus seriados favoritos. Comecei a escrever e percebi que o post vai ficar gi-gan-te, então resolvi dividir em 3 partes…
Eu adoro seriados! Mesmo!
Uma das maiores invenções da humanidade foi a TV paga, que permite que – mesmo com um certo atraso de alguns meses, claro – nós vejamos todos os seriados que normalmente não são transmitidos pela TV aberta…
A segunda maior invenção da humanidade é a internet, que permite que nós vejamos todos estes seriados sem ter de esperar meses, ou semanas para finalizar a temporada. Um marco da humanidade, definitivamente.
Um seriado me consquista de verdade se tiver elementos de ineditismo, um pouquinho de humor e sarcasmo, que nunca é demais. E se for ficção científica, é amor à primeira vista.
Atualmente tenho três seriados prediletos, que eu não perco por nada desse mundo. Dois deles eu acompanho desde a primeira temporada e sou uma telespectadora fiel. Fidelíssima. O outro, é uma novidade no mundo mágico dos seriados, que no começo eu não dava nada, confesso, mas que pe pegou de jeito e eu não consigo largar. Vamos por partes.
Fringe
É um seriado novo, está na segunda temporada aqui no Brasil e também nos Estados Unidos, criado pelo excelente J.J. Abrams.
Tudo começa quando Olivia Dunham, uma agente do FBI, é chamada para investigar um estranho acidente aéreo. A coisa toda é tão estranha que aa própria personagem fica em dúvida se o que está vendo é real ou não.
Para ajudar nas investigações, Olivia conta com a importante – e fundamental – ajuda de Walter e Peter Bishop, pai e filho que vivem um relacionamento conturbado.
Walter foi professor em várias universidades e teve um laboratório em Harvard, onde realizou dezenas de experimentos considerados ilegais e até mesmo inescrupulosos, e ficou 17 anos em uma clínica psiquiatrica.
Peter é um gênio, com QI de 150. E um trambiqueiro. Só ele conseguiria tirar Walter da clínica, então foi “convidado” pelo FBI para, além de usar de seus conhecimentos científicos, ser o tutor de Walter nesse trabalho.
Some a esta equipe de agentes Astrid, basicamente assistende de Walter no laboratório em Harvard – que estava intacto, mesmo depois de 17 anos! -, o agente Phillip Broyles, chefe da divisão Fringe, Nina Sharp e William Bell, representante e fundador, respectivamente, da Massive Dynamics, uma corporaçaõ especializada em tecnologia que parece estar envolida com todos os acontecimentos absurdos até o talo.
Gente, é surreal!
Sério. E eu não consigo parar de assistir… é genial, é único, é o must have dos DVDs de seriados do mundo – junto com E.R, Sex and the City e Charmed, no meu gosto pessoal of course…
Os episódios são muito interessantes, tem conexões entre si e com a trama principal. As atuações são ótimas e tudo é construído de tal forma que faz o telespectador acreditar que tudo o que está ali, na tela, é improvável, mas é possível.A fotografia também é impressionante e ajuda a dar o tom de suspense da trama. Vale a pena assistir.
E, no próximo post, um pouquinho de… Supernatural!!!




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