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Uma história sobre o amor

February 17th, 2010 · No Comments · Cinema

Neste final de semana assisti, enfim, 500 dias com ela (no original, 500 days of Summer).

Antes de assistir, e antes até deste filme estar disponível em DVD, eu já havia lido muitas e muitas críticas sobre. E, no geral, a coisa era um 8 ou 80 como a gente bem conhece, of course… Uns amam, outros odeiam e ainda tem a classe dos indiferentes. E eu queria ver, de qualquer forma, porque eu adoro filmes em geral e porque tem horas em que a gente precisa de um filminho pra alegrar o final do dia. Ou do Carnaval, como foi meu caso.

Ok. Vamos ao que interessa. O filme já começa com uma notinha do autor, muito engraçada por sinal… o velho caso de que se alguém se identifica, é mera coincidência… enfim. E a história começa. Tom é um arquiteto que, sabe-se Deus como, foi trabalhar numa empresa que confecciona cartões comemorativos. E por lá ficou. Summer aparece na vidade Tom quando vai trabalhar como assistente do dono da empresa. E o que acontece, como na maioria das vezes na vida real, é que ambos tem um gosto comum para certos aspectos da vida, como música, por exemplo – os dois ão fãs dos Smiths.

E eles acabam tendo mais contato um com o outro, saindo, conversando, e acabam numa amizade colorida. Sim, porque a tal da Summer deixa bem claro desde sempre que não está procurando um relacionamento sério e rotulado. Só que o relacionamento acaba, por simplesmente não ter dado certo, e o Tom fica remoendo a história, relembrando, sem conseguir seguir em frente.

Engraçado o modo com que essa história, muito comum por sinal, ser apresentada. Um cara – pasmem – que acredita no amor, na paixão, no sentimento de que quando você encontrar aquele ou aquela que vai passar a vida inteira com você, você sabe. Simples assim.  E uma garota que acha que tudo isso é besteira, que é possível ser feliz sozinho, sem ter a necessidade constante e diária de se apaixonar. Mas, na verdade, não foram esses dois personagens que me surpreenderam.

Em dado momento surge um novo personagem, a irmã de Tom, que deve ter no máximo 15 anos. É ela quem dá suporte, apoio, consolo e um ombro amigo ao irmão nos momentos de “crise”. E é ela quem mostra uma maturidade absurda para a situação, principalmente quando fala na cara do irmão que ele só está lembrando das coisas boas que aconteceram no relacionamento, mas que existiram muitas outras coisas não tão boas assim.

Assim como tudo nessa vida, a perspectiva de Summer e Tom sobre o amor também muda. Coisas acontecem, por destino, coincidência, determinação, ou o que seja. Mas isso eu não vou contar, você vai ter de assistir para descobrir!

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